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TRAIÇÃO VIRTUAL Certa noite, resolvi entrar numa sala de bate-papo da internet. Abordei uma garota que se chamava Diana e nosso papo rolou solto. Até o dia em que resolvemos nos encontrar...
Logo de cara, ela disse que era casada, mas tinha tanto tesão, que o marido não dava conta. Percebi que ela era muito fogosa quando me disse que tocava uma siririca enquanto teclava comigo. Fiquei tão excitado com aquelas palavras que não agüentei: esporrei tanto que até melei uma parte do teclado. Trocamos nossos e-mails e iniciamos uma correspondência - durou cerca de um mês. Nas suas cartas, Diana dizia que sempre teve vontade de trair o marido, mas cadê a coragem. Revelou que nunca tinha tido um amante, mas que pensava seriamente em me conhecer e realizar todas as suas fantasias comigo.
Uma das suas mensagens me deixou com muito tesão e reproduzo aqui os trechos mais quentes: "Querido, meu corpo inteiro está fervendo de prazer. Tirei toda a roupa e estou apenas com uma calcinha vermelha. Neste momento, meu marido está trabalhando e nem imagina o fogo que está me consumindo. Tenho muita vontade de te conhecer e fazer loucuras com você. Sabe, meu marido não gosta de fazer sexo anal. Eu adoro. Talvez eu tenha casado com o homem errado. Eu gosto mesmo é de apanhar na bunda, mas ele não faz nada disso. Ah, estou toda melada e preciso gozar pra me aliviar. Beijos, Diana". Ela tinha mandado também uma foto de biquíni. Era um mulherão: morena, olhos verdes, cabelos longos e um corpo bem torneado.
Por fim, trocamos telefone e marcamos um encontro. Quando vi Diana, com um sorriso simpático, fiquei meio nervoso. Mas, aos poucos, com a bebida e o bate-papo, fui me soltando. Diana estava apreensiva e queria ir logo pro motel. Comecei a apalpar suas coxas. Ela abriu levemente as pernas e eu pude tocá-la bem no meio da xana. Diana estava sem calcinha e completamente raspada. Brinquei com seu grelinho e depois enfiei um dedo. Fiquei um tempo masturbando a garota, sem que ninguém percebesse. Diana me deu um beijo longo. Quando terminou, me olhou e sussurrou: "Me leva daqui e me fode do jeito que quiser..." Fomos direto pra um motel e quase não conversamos no caminho. Diana estava séria e eu perguntei o que ela tinha. "Muito tesão", ela respondeu.
Diana estava apreensiva e queria ir logo pro motel. Comecei a apalpar suas coxas. Ela abriu levemente as pernas e eu pude tocá-la...
Na garagem do motel, dentro do carro, ela resolveu tirar o meu pau e dar uma chupada. De repente ela se levantou e falou: "Estou toda molhada e quero você dentro de mim". Entramos no quarto. A gente se beijou e Diana tirou os peitos pra fora. Eram fartos e tesudos. "Chupa meus seios", ela pediu. Caí de boca. Ela abriu as pernas. Abri sua saia pelo lado e enfiei a mão. Ela estava fervendo. Fiquei alisando suas pernas enquanto ela batia uma pra mim. Resolvi que daria uma chupada bem caprichada que ela nunca mais esqueceria. Abri suas pernas e fui passando a língua em torno da sua xana. Fiquei alucinado. Diana começou a gemer e não parou mais. "Estou ficando louca de desejo", disse.
Fiquei deitado de costas. Ela terminou de tirar minha calça e depois se colocou no meio das minhas pernas. A gostosa ficou um tempo chupando, mas depois enfiou a boca toda e começou a subir e descer num ritmo selvagem. Eu estava delirando, louco pra penetrá-la. Quando eu já estava em ponto de bala, ela partiu pra cima e começou a cavalgar.
Fiquei deitado de costas. Ela terminou de tirar a minha calça e depois se colocou no meio das minhas pernas...
Segurei Diana pela bunda e a trouxe ainda mais perto de mim. Não falávamos nada, só
fodíamos. Aproveitei a posição e enfiei um dedo no seu cuzinho. Diana deu um grito de prazer. Ela se jogou na cama e ficou de quatro. "Usa meu traseiro como você quiser... Eu sou toda sua, meu amor", ela gemeu. Dei uma enfiada violenta e comecei a distribuir tapas na sua bunda. Ela gritava e implorava pra não deixá-la marcada. Mas eu continuei. Sabia que aquela sacana dava pra outros, não era possível que tivesse um cuzinho tão largo. Até que ela confessou que as vezes saía com outros homens, mas que a partir daquele dia, eu seria seu único amante.
Me emputeci. Voltei a socar com força, pouco me importando se ela sentia prazer ou dor. Quando senti que estava quase esporrando, dei mais algumas bimbadas, com a intenção de melar seu traseiro. Não consegui. A sacana gozou e deu um pulo pra frente, desfazendo o encaixe. Ela mal conseguia respirar, mesmo assim mandei que me chupasse. Ela lambeu um pouco, mas eu não agüentei e gozei. Diana ficou com a boca melada.
Tomamos banho e depois fomos embora. Combinamos outras transas, mas por enquanto só ficamos nesta primeira. Eu ainda me correspondo com ela e não vejo a hora de repetir a dose.Este conto foi enviado por Rafael da silva de sp e escrito por Paulo
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